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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Seis são condenados a 184 anos de prisão por estupro coletivo em Queimadas-PB



Seis dos dez acusados de estuprar cinco mulheres e matar duas delas irão cumprir penas que, somadas, chegam a 184 anos e seis meses de prisão. As sentenças foram dadas na manhã desta quinta-feira (25) pela juíza Flávia Baptista Rocha, da comarca do município de Queimadas (distante 133 quilômetros de João Pessoa), no Agreste da Paraíba.
A magistrada condenou Luciano dos Santos Pereira a 44 anos de prisão; Luan Barbosa Casimiro a 27 anos; Fernando França Silva Junior a 30 anos; Jacó Sousa a 30 anos; José Jardel Souza Araújo a 27 anos; e Diego Domingos a 26 anos e seis meses. Todos foram condenados por estupro, formação de quadrilha, porte ilegal de armas e cárcere privado.
Segundo o Ministério Público da Paraíba, os seis acusados não foram a júri popular porque não foram denunciados pelos assassinatos das jovens Isabela Pajuçara e Michele Domingos. As duas jovens foram mortas após uma festa no dia 12 de fevereiro de 2012.

Acusado de ter planejado todo o crime, Eduardo Pereira dos Santos, de 35 anos, foi pronunciado na última segunda-feira pela juíza da comarca do município e irá a júri popular. Será julgado pelos crimes de duplo homicídio qualificado, estupro, formação de quadrilha, cárcere privado e porte ilegal de armas. Caso condenado, poderá pegar até 133 anos de prisão.
O júri pode ser realizado no início de 2013. Em uma festa de aniversário para Eduardo, sete adultos e outros três adolescentes - que cumprem medida socioeducativa no Lar do Garoto, em Campina Grande - simularam uma invasão na casa e estupraram as convidadas do anfitrião. Como duas delas teriam reconhecido os agressores, eles as executaram.

A polícia descobriu que o plano foi arquitetado pelos irmãos Eduardo e Luciano Pereira dos Santos, de 22 anos. O estupro seria "um presente" de Luciano para Eduardo. Eles estão detidos no presídio de segurança máxima PB1, que fica na capital paraibana, assim como os outros acusados: Everton Silva Santos, Jacó Sousa, Diego Domingos, Luan Barbosa Nascimento e Fernando França Júnior.
Segundo o promotor Márcio Teixeira, que acompanha o caso pelo Ministério Público, os sentenciados não foram a júri popular porque não foram denunciados pelos assassinatos das jovens Isabela Pajuçara e Michele Domingos.



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